quarta-feira, 15 de outubro de 2008

• Dia do Caviar com Champagne

Esta lata de Caviar custa aproximadamente US$ 2.000,
eu não posso comprar mas queria comê-lo.

Isso explica tudo.
Voltemos agora com a nossa programação normal
e foda-se a hipocrisia, amiguinhos!

15 comentários:

웃 Mony 웃 disse...

Eu te amo, mas sou obrigada a dizer, vá cagar, Denis. :P

V.D.S. disse...

Vá cagar ovos de peixe!

Walter disse...

Não seja por isso. A minha capivara faz uma bolinhas iguaizinhas, só que um pouco maiores.

Janaina disse...

Pra minha sorte eu não gosto disso hehehehe

Vinícius Castelli disse...

Prefiro uma coxinha de boteco!

Inicio disse...

É só mudar pra Rússia... lá custa um dólar.
É mais barato que o nuggts do Mc Donalds!!

Juliana disse...

Coisinha river!! Prefiro coxinha de boteco [2] com direito a palididente na ponta =]

Anônimo disse...

Não quero falar de caviar, que a aparência não me enche os olhos, e eu desejo primeiro pelo olhar. Nem quero falar da Champagne que eu, assim como nove entre dez mulheres, adoro. Quero falar de ti, meu caro amigo Dênis, que parece estar cada dia melhor na arte de expressar o que nos assalta a alma.
Eu, leitora errante dos blogs da vida, jamais consegui ler-te sem me emocionar. Tens essa coisa de mexer com os brios alheios, para o bem ou para o mal. Sabes cutucar, atiçar, remexer o ser que em nós, tantas e tantas vezes, opta por hibernar à sentir. Tu, meu caro amigo Denuxo, que um dia hei de abraçar como a um irmão querido e por tanto tempo afastado, parece carregar em si essa chama inabalável e inapagável, chama que alguns denominam, simploriamente, de ENTUSIAMO. E que eu chamo de AMOR PELA VIDA. É esse amor que te faz alguém tão perceptivo e atento ao mundo e às pessoas a tua volta. Sem perceberes nos lanças , involuntariamente, pequenas faíscas desse desse teu amor pela vida, inspira-nos com teu discurso moleque, zombeteiro, brincalhão, repleto de visão ímpar, isenta de senso comum, asséptica dos clichês baratos. És autêntico, franco, sincero, sem perder a sensibilidade, como diria TCHE.
Andava mesmo com saudades de te ler.

Graças aos bons deuses por ter cruzado nossos caminhos nesse mundo virtual.

Anônimo disse...


te cuida Mony. olha a concorrenssia mano. he he he he he he he he he he he he he he he

웃 Mony 웃 disse...

Pelé, fica tranquilo que não tenho com que me preocupar, eu não abraço Denis como a um irmão. Tenho outras técnicas bem melhores. :P
Aliás, esse texto tem tudo pra ser da Teyla e si que também percebestes. ;)
De qualquer maneira, beijocona, querido.

Karin disse...

Olha, não sei se algum dia poderei me dar ao luxo de comprar uma latinha dessas... Como eu sou meio compulsiva pra compras, tb não direi que nunca o farei, hehe... Mas por enquanto, no que me diz respeito a comida, eu me delicio com qualquer coisa que o meu paladar consegue diferenciar como acima do mundano. Entre queijos, vinhos, pães, até mesmo um caviar (mas do tipo que eu posso comprar... rs), massas, carnes, doces, chocolates, enfim, qualquer coisa, em boa companhia ou sozinha mesmo (ando me considerando uma ótima companhia... ;) ), é muito bom se dar aquilo que a gente gosta e possa de fato apreciar.

Eu tenho um livro, que ainda não terminei de ler, que se chama "As mulheres francesas não engordam". A tônica é a seguinte: elas comem tudo o que engorda... saboreando. E andam pela cidade, tb saboreando o que vêem. Saboreando a vida! Adoro esse conceito! Não é preciso muito pra encher os olhos, o paladar, os ouvidos... o coração. Note bem, não estou fazendo apologia nem ao simples, nem ao sofisticado, mas a perceber e aproveitar o que nos enche de satisfação.

Espero que só de olhar essa latinha já fique bem feliz, Denis... rsrsrsrs

Beijão pra ti! Saudades!

Anônimo disse...

A gente não pode mais nem ser anônimo nessa vida, mano.


[:d]

De Marchi ॐ disse...

Uma explicação desnecessária: um blog um tanto quanto cômico não poderia deixar de ser cínico em relação ao assunto. Quem tem humor entendeu.
O "blogactionday" convidou os blogueiros que ganham dinheiro com seus blogs através de anúncios a doarem a renda do dia 15 para instituições. Isso não resolve o problema, mas se servir pra amenizar, ótimo. Não me satisfaz a idéia de cuidar de um dia do ano e entregar os demais 364 pra Deus, mas tudo bem, já é alguma coisa e ainda por cima acalanta a consciência pesada da classe média mundial.
Agora... parou por aí. Parece que alguns não entenderam a proposta: essa história de "todos os blogueiros, participem" é uma tremeeenda bobagem, teletubbie à décima potência. Se você não vai doar dinheiro, só vai congestionar a rede com palavrinhas de ordem manjadíssimas e inúteis pra causa (sim, inutilíssimas, e todos sabem).

Agora pergunto às Polyanas reclamonas (que, curiosamente, não apareceram aqui): que diferença faz tagarelar sobre isso num blog gratuito com pouca visitação? Se ao menos entre meus leitores estivesse o presidente da ONU (e ele ligasse), tudo bem.
Alguém aí não sabe o que é fome? Vão falar do quê, vomitar clichês? Me poupem. Quem quer ajudar, não faça de conta: ajude. Se querem participar com um blog num caso desses, então economizem, cancelem o provedor de internet, bens de consumo e demais luxos que se adquire com mão de obra infantil chinesa e doem pra Serra-Leoa comer (como se só lá houvesse fome; o remelento que vem te encher o saco no farol - e você fecha o vidro - também tá na merda).

Pior que nem com esses atos há garantia. A comida que a ONU mandou pra África, por exemplo, foi capturada quase que integralmente pelas milícias (e para isso eles não hesitam em torturar, mutilar e matar as aldeias que receberam os lotes). Vão lá com seus blogs, a flamejante espada virtual da verdade, salvar o mundo das cáries. Mas não me convidem.

Hipocrisia, sim. Não perco meu tempo em jogos de esmola e minha crítica estará online enquanto eu tiver humor pra isso (o que também não faz diferença, mas desopila o fígo e, talvez, nos faça rir da nossa própria michuruquice).



No mais... divirtam-se, isto aqui é só uma porra dum blog. ;)

Karin disse...

Ah tá... então o assunto era fome, daquela que se mata com arroz e feijão...

Essa coisa de culpa e acusações de hipocrisia sempre me pareceu muito com o conceito de pecado da igreja católica: é uma lebre que só se levanta quando interessa a quem levanta e na verdade nunca resolve o problema de ninguém. Nunca achei que o blá blá blá resolvesse nada, portanto evito fazê-lo. Podemos ficar horas discutindo que o sistema é cruel e que o ser humano ainda não chegou a ser humano. Nada disso iria matar a fome de ninguém. Propostas eu topo discutir e avaliar. Culpa, não. E acredito que medidas pontuais resolvem a culpa, não o problema. Então o cara não morre de fome hoje... afinal, ele pode esperar até amanhã pra isso.

Não acredito que haja medidas eficientes de curto prazo, é um processo de aprendizagem e conscientização, de todas as partes envolvidas. Trabalho de formiguinha, diário, local, mas mais eficiente. No que me diz respeito, coma o seu caviar, ou o pãozinho da padoca se preferir... Uma pessoa ativa e empreendedora (não necessariamente abundante em recursos) faz o possível e vive feliz, mesmo em meio à tristeza de sua vida e de outras.

De Marchi ॐ disse...

Taí, Karin disse com a eficiência e elegância que eu não tenho... :D
Meus posts não discutem pessoas, discutem idéias. Ótimo que tanta gente queira de fato ajudar, recomendo apenas que escolham um meio mais eficiente do que fazer de conta. Falar, já falamos muito. Demais.